segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

4 atitudes


Há quatro palavras, ou frases, que precisamos falar todos os dias para os nossos cônjuges.

Se não falamos em voz alta, precisamos pelo menos falar em nosso coração.

Estas palavras curam muitos dos males que prejudicam o casamento.

Ao falar estas palavras, a correspondente atitude tem que acompanhar. Se forem apenas palavras, nada adiantariam. E diga você estas palavras:

1. “EU TE PERDÔO”.
Mt 6.12; 18. 21-22; 2Co 2.10; Ef 4.32

Estas palavras (e atitude) curam o ressentimento e amargura.

Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: “Em que eu tenho ofendido ou defraudado? Pelo que eu sinto mal para com meu cônjuge?”

2. “EU TE ELOGIO”.
Pr 31.28-31; 1Pe 3.7

Estas palavras curam a crítica e a acusação.

Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: “O que meu cônjuge fez de bem hoje?”

3. “EU TE SIRVO”.
Gl 5.13

Estas palavras curam o egoísmo e a omissão.

Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: “Como eu posso ajudar meu cônjuge hoje?”

4. “EU TE AMO”.
Gl 5.14; 2Co 4.5

Estas palavras curam a negligência.

Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: “Como eu posso mostrar hoje o meu amor pelo meu cônjuge?”

Conclusão:
Se você falar todos os dias estas palavras para seu cônjuge, você terá um relacionamento conjugal que deixará os outros boquiabertos.

Deus quer que você vivam bem no casamento; quer também que você viva bem com ele. Faça a vontade de Deus em todas as áreas da sua vida.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Vai desistir?


O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história.

O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola.

Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços. Sua maior contribuição aconteceu quando já era um "cidadão idoso".

Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade e só aprendeu a ler aos 7.

Sua professora o qualificou como "mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos".

Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique, na Suiça.

Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse à candidata Norman Jean Baker (Marilyn Monroe) : "É melhor você fazer um curso de secretariado ou arrumar um marido."

Ao recusar um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo da Decca Recording Company disse : "Não gostamos do som. Esses grupos de guitarra já eram."

Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: "É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso?"

Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu: "Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos."

Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.

Provavelmente esses caras não possuíam a nossa fé. Mesmo assim, eles fizeram história.
Como thomas Edison disso é um processo ,estamos dando alguns passos

Então... Vai desistir??

fonte: projeto defunto

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Nem tudo na vida são flores


Ronaldo Araújo (ex-aluno) repartiu comigo experiência vivida pelo pastor batista Francisco Motta Neto, que serve ao Senhor junto à capelania do HC-UNICAMP. Confesso que chorei, pensando no lado difícil do ministério, tão bem descrito por esse irmão. Servir ao Senhor é a melhor coisa que existe, sem dúvida alguma! Todavia, esse trabalho inclui momentos extremamente dolorosos. É mister que cada um calcule o preço!

“Quando eu cheguei na Enfermaria de Pediatria, me avisaram que o Ricardinho estava morrendo. Esse garoto de 3 anos, lindo, tinha uma doença crônica e por essa razão estava internado ali no HC-UNICAMP. No dia anterior ele fora levado para a UTI porque a infecção que o acometera em um procedimento, estava tomando conta do seu frágil corpo.

A família já havia sido avisada e estava a caminho, mas como moram longe, iam demorar. Diante disso decidi que eu não ia deixá-lo morrer sozinho, e por isso fui para lá. Mesmo sabendo que o Ricardinho estava sedado, fui para ficar ao lado dele.

A enfermeira entendeu e aprovou meu intento, permitiu minha presença, me ajudou a me instalar ao lado do berço, me pediu que anotasse a hora em que ele parasse e nos isolou com um biombo.

Por duas horas e pouco ficamos a sós, eu e o Ricardinho.

O silêncio era gostoso e aconchegante.

Por trabalhar há muito tempo no hospital, eu sei ler os números mais básicos daqueles aparelhos da UTI, e os mesmos indicavam que o garoto estava cada vez mais fraquinho.

Algumas vezes eu falava baixinho com aquele meu amiguinho tão amado. Ele não me respondia como das outras vezes, mas nem precisava, pois eu só queria que ele soubesse que eu estava ali.

Muitas outras vezes eu falava baixinho com Deus. Ele também não me respondia, mas nem precisava, pois eu sabia que Ele estava ali.

O silêncio só foi quebrado quando um dos aparelhos emitiu baixinho um alarme contínuo. Era o fim.

Olhei para o relógio, desliguei o alarme, e fiquei mais um tempo ali, segurando a mãozinha dele, chorando.

Jesus disse: “Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus” (Mt 19.14).

O Ricardinho chegou lá no céu às 15:37 horas, pelo meu relógio.”

Pr. Luiz Ricardo

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Receita de ano novo


Nesse início de ano, nada melhor do que considerar a poesia do mineiro Carlos Drummond de Andrade, natural da mesma cidade onde nasci (Itabira/MG). Desejo a todos vocês um feliz ano novo.
Pr. Ronaldo

Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)

Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Eu sou livre!!!


Luizinho, foi para a liberdade que Cristo te chamou e libertou.

A salvação não vem por obras, ou seja não há nada que possamos fazer para merece-la, ela é dada através da graça de DEUS.

Se você acha que pra ser salvo deve cumprir mandamentos, então não foi liberto por Cristo.

Luizinho use sua liberdade amando (fazendo algo bom) as pessoas que estão a sua volta.

Eu vou intencionalmente amar (fazer algo bom) a alguma pessoa hoje.
Sem rotular as pessoas nem condena-las.

Luizinho - Devocional 07/01/2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Uma vida que vale a pena

Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante,
Se eu puder animar alguém com uma canção,
Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo,
Se eu puder cumprir meu dever cristão,
Se eu puder levar a salvação para alguém,
Se eu puder divulgar a mensagem que o Senhor deixou...
então, minha vida não terá sido em vão."
(Martin Luther King)
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Índio sábio


Estava o Índio indolentemente sentado a beira do rio, pescando, quando chegou o homem branco. Foi chegando de mansinho, parou a certa distância e se pôs a observar.

Viu o Índio pôr isca no anzol calmamente, depois atirá-lo na água, olhar sonhadoramente para os círculos que se formavam e desapareciam na corrente e, fincar a vara na margem barrenta do rio, espreguiçar-se, recostar-se e esperar pacientemente.

Viu o ligeiro movimento da linha, depois mais rápido, mais rápido – até atrair a atenção do Índio.

Viu o Índio curvar-se para a vara, segurá-la, observar o vaivém da linha cada vez mais rápido, cada vez mais forte, e de repente, num pânico movimento brusco, felino, viril, sacar das águas um belo peixe de uns dois quilos.

E quando viu o Índio comer o peixe, jogar fora a vara para o lado e espichar-se na relva, acercou-se:

* Como? Não vai pescar mais?
* Não.

* Por quê?
* Já comi. Agora, descansar.

* Mas você pescou um peixe e tanto num instante …
* Pesquei.

* Podia pescar outros…
* Pra quê?

* Podia salgar e guardar para depois..
* Depois eu pesco.

* Mas podia pescar muito mais…
* Pra quê?

* Podia salgar e vender os peixes…
* E o que eu ia fazer com o dinheiro?

* Comprar mais varas, mais anzóis e pagar uns garotinhos pra pescar.
* Pra quê?

* Poderia pescar muito mais peixes…
* E que ia fazer com tanto peixe?

* Vender, claro. Ganharia muito dinheiro.
* Pra quê?

* Comprar barcos, molinetes, e pescar lá no meio do rio.
* Pescaria peixes muito maiores, e venderia, e ganharia mais dinheiro, e compraria mais barcos, redes, arpoes e contrataria mais pescadores e…

* Pra quê?
* Poderia até pescar no mar – e pescar muito mais peixes, e camarões, e baleias, e…

* Pra quê?
* Ganharia muito dinheiro. Montaria um frigorífico, uma indústria, ficaria riquíssimo…

* E…
* E então poderia pôr todo mundo trabalhando para você e ficar deitado o resto da vida, descansando, gozando a vida, apreciando a natureza …

* Bom… isto já estou fazendo agora.

E virou-se para o lado e dormiu…

QUE DEUS VOS ABENÇOE!!!!
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A graça da adoração

Venha participar do EJA de Abertura de 2011.

Muita música boa, uma mesa redonda com o músico Tiago Vianna e o lançamento de uma campanha de Engajamento Social dos Jovens no Reino!

Às 19h e 30min, na Igreja Presbiteriana de Santa Bárbara d’Oeste (Rua XV de Novembro, 356 – Centro de SBO).

Traga seus amigos!

Pr.Marcão - www.espacojovemaberto.com.br
"Portanto, que todos nos considerem servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus" 1 Coríntios 4.1 (NVI) - IPSBO

Balanço anual no Evangelho


O balanço que importa é sabermos quanto nos alinhamos a vontade de Jesus revelada no Evangelho:
Quanto amamos?
Quantas babaquices abandonamos?
Quantos pequeninos socorremos?
Quantas teologias estéreis abandonamos?
Quanta boa vontade tivemos com a vida, com o próximo?
Quantos vícios religiosos extirpamos?
Quanto fomos descontaminados das crendices e quanto as substituímos por fé?
Quanto crescemos em consciência de nós mesmos, de Deus e do próximo?
Quantas vaidades matamos no coração?
Quantos amigos nos foram acrescentados?
Quantos inimigos perdoamos?
Quantos julgamentos deixamos de fazer?
Quantas raízes de amargura morreram de inanição dentro do nosso ser?
Quantos porões da alma deixamos Jesus entrar, iluminar e limpar?
Quanto deixamos de ser hipócritas nos bastidores da vida?
Quantas visitas fizemos aos órfãos, às viúvas, aos doentes e aos encarcerados?
Quanto vivemos do Evangelho que pregamos ao outro?
Quanta graça enxergamos nas dificuldades do caminho?
Quanta esperança temos para o futuro?
Quanto vale o conhecimento de Deus, de Jesus e do Evangelho que por graça recebemos?
Quantos encontros saudáveis tivemos?
Quantos desencontros precisaremos cuidar no próximo ano?
Quanta vida foi desperdiçada com o que não é vida e nem amor?
Quanto o nosso olhar se tornou mais qual o das crianças, pois que dos tais é o Reino dos céus?
Quanto estamos dispostos a matar tudo o que é vão e desnecessário em nossas vidas para deixar tão somente o que é vida segundo Deus?
Este ano, proponho que faças seu balança anual tendo o Evangelho Eterno como matriz, como molde de vida para sua felicidade.
Ao invés de preocupar-se com aquilo que adquiriu ou perdeu do lado de fora de você, analise todas as perdas e os ganhos que obteve ou sofreu dentro de ti.
Disse Jesus: “...a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12.15).
FELIZ 2011 e que a graça de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo seja com o vosso espírito, hoje e por todos os séculos. Amém.


Pr. Jorge Matos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Lições da caminhada


Num desses últimos feriados, lá ia eu chegando à estrada, quando avistei o novo caminhante alguns bons metros à minha frente. Só o vira umas duas ou três vezes anteriormente, e sempre vindo no sentido contrário ao meu. Naquele dia, seguiríamos no mesmo sentido.


Percebi que ele deu uma olhadinha disfarçada para trás, e seguiu a passos apertados, tomando uma espécie de atalho, bem no sopé da colina. Pensei comigo: “Vou passar-lhe à frente!”. Apertei o passo, e segui pelo caminho normal, colina acima.

Bem lá na frente, o avistei outra vez, que seguia firme, dando uma olhadela discreta para trás, como que desejoso de saber a que distância estava eu... Apertei mais o passo, e prossegui.

Andamos assim por uns bons dois quilômetros, até que o alcancei e passei! Jubiloso, dei um leve cumprimento e segui meu caminho, passo apertado, sem olhar para trás.

Estava satisfeito comigo mesmo: conseguira vencer meu “oponente”, que parece ter mais ou menos a minha idade, mas é bem mais forte, com tipo de gente acostumada a trabalhos braçais!

Andando e pensando... acabei como que ouvindo a voz de Deus falando lá bem no fundinho do coração: “Muito bem, filho, você mostrou ser perseverante! Essa é uma boa qualidade... Mas você também mostrou que o seu orgulho continua muito evidente... Foi-lhe mais importante passar à frente do seu companheiro de caminhada do que dar a ele esse privilégio...”.

Humilhado, tive que concordar com o Senhor. E aprendi que tenho que perseverar em quebrar o meu orgulho...

Luiz Ricardo
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