terça-feira, 28 de abril de 2009

Kombi vendida

A IP Betânia vendeu sua Kombi por R$9.000,00 à vista. Por causa de sua manutenção foi dado um desconto no preço de cerca de R$700,00 ao comprador. Os documentos de transferência já estão sendo providenciados. O dinheiro será utilizado no projeto de reforma do templo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Evento 150: Falta alguma coisa?


No dia 12 de agosto de 2009, a Igreja Presbiteriana do Brasil estará comemorando 150 anos de vida. Em razão disso as Igrejas Presbiterianas localizadas na cidade de Santa Bárbara D’Oeste (oito no total) estarão promovendo o Evento 150 com os seguintes propósitos:

1) Alcançar no mínimo 150 novos convertidos em nossa cidade.
2) Reafirmar a identidade presbiteriana na cidade.
3) Despertar e fortalecer as comunidades locais.

Estimamos alcançar um público de 1500 pessoas em cada dia do evento. Hoje totalizamos mais ou menos 600 membros em nossa cidade. Se cada um levar pelo menos outras 2 pessoas ultrapassaremos nossa estimativa. Alcançaremos um total de 1800 pessoas o que é apenas 1% da população da cidade.

No dia do evento não teremos nenhuma outra programação em nosso templo.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

No dia 21 de agosto (Sexta-feira)
1) Jejum coletivo das 06hs às 00hs.
2) Maratona de oração das 06hs às 20hs (pequenos grupos)
3) Vigília de oração das 20hs às 00hs.
Todas estas atividades serão realizadas na Igreja Presbiteriana de Santa Bárbara d’Oste do Centro.

No dia 22 de agosto às 19h30 (Sábado)

No dia 22 e 23 o Evento 150 será realizado no Ginásio de Esportes Djaniro Pedroso
Dia 23 de agosto às 19h30 (Domingo)

A Banda Vencedores por Cristo dará um workshop de 4h, no domingo de manhã para os músicos de nossas igrejas. Duas horas falando sobre adoração, relacionamento entre os músicos e com Deus e, duas horas com oficinas: vocal, bateria, técnico de som, teclado etc... O custo será de aproximadamente R$ 20,00.

INVESTIMENTO:

R$ 45.000,00 é o valor que estimamos investir na preparação do contexto para a conversão de 150 pessoas.

Editaremos e distribuiremos “A Revista Memorial 150” aos participantes do Evento 150. Nela, além dos patrocinadores, temos um foto e endereço de cada Igreja, bem como breve resumo do presbiterianismo em SBO, alguns textos pequenos sobre o que pensa a Igreja Presbiteriana, um referência aos 150 anos de Brasil, etc...

Doaremos 10.000 exemplares do Evangelho de João com capa estilizada.

A frase recursos disponíveis está aí para enfatizar que esses recursos estão já disponibilizados por Deus e que ele nos levará às pessoas cujo coração Ele já moveu, ou trará tais pessoas a nós.

Todo segundo domingo do mês até setembro, a Igreja Presbiteriana Betânia vai levantar uma oferta especial para o Evento 150 com o objetivo de levantar os R$1.000,00 estabelecidos para cada Igreja.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Missão

A Igreja Presbiteriana Betânia é uma igreja comprometida a comunicar a vida em Jesus aos seus amigos de maneira contextualizada e fiel à Palavra de Deus, dedicada a fazer de cada amigo, um amigo de Deus.

... determinada a comunicar a vida em Jesus aos seus amigos de maneira contextualizada - Esse processo é caracterizado pelo rompimento de barreiras, a fim de que a mensagem de Jesus seja ouvida, compreendida e acolhida.

... fiel à Palavra de Deus – Por mais que nos esforcemos por contextualizar a forma como compartilhamos a vida em Jesus, jamais abriremos mão dos princípios seguros da Palavra de Deus, visto que ela é a nossa única regra de fé e prática.

... dedicada a fazer de cada amigo, um amigo de Deus – Igrejas sob a real influência do Espírito Santo são movidas não ao isolamento, mas ao engajamento no mundo, para cumprir essa missão.

O sucesso da Igreja é determinado pela maturidade dos seus membros. Na medida em que os cristãos amadurecem, ganham maior consciência de sua vocação e se tornam responsáveis pelo cuidado e desenvolvimento dos mais novos na caminhada da fé.

Os membros de nossa Igreja não podem ser os ALVOS do nosso serviço, mas a FONTE. Devemos nos colocar como discípulos de Cristo em missão no mundo.

A sua participação pode ser pequena, mas fará parte de um todo, que visa tão somente a cumprir a única missão que Cristo deixou à sua Igreja: ir e fazer discípulos – naturalmente.

A Igreja existe através de relacionamentos em Pequenos Grupos, onde se exerce a comunhão, mas também precisa se desenvolver como Povo de Deus, onde se exerce a celebração e adoração coletiva.

Para isso, procuraremos sempre desenvolver estruturas flexíveis e funcionais, com alvos bem definidos e estratégias claras para alcançar de maneira satisfatória o cumprimento de nossa missão.
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Doutrinas

Nossa única regra de fé e prática é a Bíblia Sagrada.

Adotamos a Confissão de Fé e os Catecismos de Westminster porque estes livros trazem de forma organizada todos os textos Bíblicos que falam sobre cada doutrina ensinada nas Escrituras.

A Confissão de Fé e os Catecismos foram preparados em 1163 reuniões por cristãos Congregacionais, Independentes, Batistas e Presbiterianos. Essas reuniões foram convocadas pelo Parlamento Inglês para elaborar os princípios de governo, doutrina e culto que deviam reger as atividades religiosas na Inglaterra, Escócia e Irlanda. As reuniões aconteceram a partir do dia 12 de julho de 1643, com a presença em média de 69 membros.

O local das reuniões foi Westminster e, por isso, ficou conhecida como Confissão de Fé de Westminster. A Confissão de Fé e os Catecismos foram aprovados pelo Parlamento Inglês em 1648. A Igreja Presbiteriana da Escócia, da Inglaterra e dos Estados Unidos da América adotaram a Confissão de Fé e os Catecismos como padrão doutrinário. A Igreja Presbiteriana do Brasil também fez o mesmo.

Se desejar saber mais clic nos links abaixo:


O arquivo da Confissão de Fé está no formato "pdf" e necessita do Acrobat Reader.

Se você não possui o Acrobat clique aqui.

História

Por: Presb. Edson Roberto e Presb. Luiz Eduardo

Por volta de 1977 , quando o Bairro Jardim Europa era uma favela muito grande, com ruas de terra e muitos barracos, o então pastor da IP do Bairro São Domingos Rev. Pedro Oliveira, sua esposa Rose e a irmã Olga, estavam distribuindo alguns alimentos a pessoas da favela onde havia muitas crianças. O Rev. Pedro teve uma idéia e disse que algumas irmãs da SAF da referida igreja poderiam começar um trabalho de contar histórias para as crianças. E assim ocorreu, a irmã Olga, Jandira e a Esposa do pastor começaram então a contar histórias, ensinar cânticos, e higiene pessoal às crianças e algumas mães que freqüentavam os trabalhos. No local havia uma plantação de feijão em volta de uma grande Paineira e as irmãs usavam a sombra dessa árvore para os trabalhos; chegaram reunir até 180 crianças. O dono do local pediu que não mais o utilizassem, pois as crianças estavam estragando sua plantação. Deus em sua imensa misericórdia e sendo Dono de tudo, proporcionou às irmãs outro local.

Havia bem no centro da favela um templo grande feito de tabuas, era de uma Igreja Renovada e quando foi pedido ao pastor dessa igreja se poderia ser utilizado o entorno do imóvel, o mesmo permitiu e ficou muito feliz. Sendo esse trabalho realizado às quartas-feiras às 14h. A irmã Jandira tinha um carro e, antes de começar a programação, elas davam uma volta pela favela buzinando e chamando as crianças, com elas vinham suas mães, sendo, algum tempo depois, fundado o Clube das Mães, que ensinava costura, tricô, crochê.

Tudo isso foi possível devido as abnegadas mulheres da SAF da IP do Bairro São Domingos: Olga, Jandira, Vanir, Benedita, Elisa, Irma, Antonia, Nelly, dentre outras grandes e abençoadas irmãs, que o nosso poderoso Deus usou para que o trabalho pudesse começar. Louvado e bendito seja o nome de Deus.

1-Organização da Congregação do Bairro Jardim Europa

Por volta de 1978 os irmãos da UPH da IP do Bairro São Domingos decidiram investir em trabalhos evangelísticos no Bairro Jardim Europa, mas sendo este destinado mais aos adultos. Eram distribuídos muitos folhetos e também foram projetados filmes ao ar livre em algumas ruas do bairro que atraiam muitas pessoas. Com esse trabalho algumas pessoas foram evangelizadas e em 1979, com o trabalho aumentando a IP do Bairro São Domingos viu a necessidade de comprar um terreno para que tivessem um local fixo para se realizarem os trabalhos. E assim ocorreu, pois foi comprado um terreno e a UPH da referida Igreja fez um mutirão e construiu um barracão de tabuas coberto com telhas de amianto, onde os trabalhos passaram a ser realizados as sextas-feiras pela UPH e as quartas-feiras e domingo de manhã pela SAF.

Passado algum tempo, alguns irmãos foram recebidos por Pública Profissão de Fé, sendo que em meados de 1980, foi organizada oficialmente a Congregação Presbiteriana do Bairro Jardim Europa. Era feito uma escala entre os Presbíteros da IP B.S. Domingos, cada domingo um irmão ia fazer visitas e pregar. Um dos irmãos que se destacou e inclusive residiu próximo ao templo da Congregação, por alguns anos foi o finado e saudoso Presb. José Benedito com sua esposa, finada e saudosa irmã, d. Vani e sua filha Luci. Também trabalhou, na época, o então Seminarista Lauro.

O tempo foi passando e houve a necessidade de uma Mesa Administrativa para ajudar ao Conselho da IP do Bairro São Domingos a administrar os trabalhos e os gastos da Congregação. Os seguintes irmãos fizeram parte dessa Mesa: Rev. Marcos Antonio (Pastor auxiliar da IPB.S. Domingos), presidente; Manoel, vice-presidente; Anselmo; Luiz Roberto e José da Silva. Em 1990 o Seminarista Paulo também fez parte da Mesa e trabalhou com a Congregação. Em 1991 o Seminarista Heitor trabalhou na Congregação especialmente com a UMP. Em 22 de abril de 1990 foram eleitos um Presbítero e um Diácono da Congregação, a saber, Presb. Manoel e Sirlei ordenados dia 03 de junho do mesmo ano.

2-Organização da SAF da Congregação do Bairro Jardim Europa

SAF - Com o crescimento da Congregação, sendo esta muito abençoada por nosso Deus, houve a necessidade de organização da SAF na Congregação. No dia 25 de Abril de 1987 se deu então essa organização, estando presentes: o irmão Rev. Pedro Oliveira (pastor da IP do Bairro São Domingos), a irmã Irma Paparotti (presidente da SAF da IP do Bairro São Domingos), o irmão Rev. Rubens Ribeiro (secretário presbiterial para o trabalho feminino do Presbitério de Limeira), a irmã Rosa (presidente da Federação de SAF’s do então Presbitério de Limeira), a irmã Auta (Relatora do Circulo “Lar de Betânia”, ao qual a nova SAF passou a pertencer) e a irmã Shirley (Secretária de Estatística da Federação de SAF’s). As irmãs que se tornaram sócias da nova sociedade foram: Vani, Cidali, Maria Aparecida, Lourdes, Severina, Cerli, Durvalina, Abigail e Auri. A primeira diretoria dessa nova SAF foi a seguinte: Presidente Vani, Secretária Abigail e Tesoureira Cidali, que foram empossadas pela irmã Rosa, presidente da Federação de SAF’s. A partir de então a SAF da Congregação começou seus muitos trabalhos que tem realizado, sendo a sociedade interna mais ativa da IP Betânia até o dia de hoje.

3-Organização da UMP da Congregação do Bairro Jardim Europa

UMP - A União de Mocidade Presbiteriana foi organizada em 24 de Agosto de 1988, sob a direção do Rev. Marcos Antonio e sua primeira diretoria foi nomeada pela Mesa Administrativa da Congregação ficando assim: Presidente Maria, Vice-Presidente Edileuza, Secretário Rogério, e como Conselheiro Manoel, sendo seus sócios: Aparecida, Luiz Carlos, Leandro, Rogério, Edivani, Marcelo, Cleber e Eliane. A mocidade da Congregação foi dia a dia se unindo e assim gerando frutos.

4-Organização da UCP da Congregação do Bairro Jardim Europa

UCP – O trabalho das crianças da Congregação do Bairro Jardim Europa teve início em 04 de dezembro de 1988, com a nomeação pela Mesa Administrativa da época, sendo a primeira diretoria: Presidente: Lumary; Vice-Presidente: Fabiana e Secretário: Sinésio.

5-Organização da UPH da Congregação do Bairro Jardim Europa

UPH - O trabalho masculino da Congregação do Bairro Jardim Europa teve inicio em 29 de Janeiro de 1989, por iniciativa dos próprios membros da Congregação formando assim a UPH. A primeira diretoria foi nomeada pela mesa administrativa da Congregação e ficou: Presidente Anselmo, Vice-Presidente Manoel, Secretário Luiz Roberto, Tesoureiro Wilson e como Conselheiro Sirlei, sendo seus sócios: Argemiro, Nilson, Edson e José da Silva. Desde a primeira diretoria da UPH, todas sempre tiveram a visão evangelística como seu alvo principal, sendo esta também uma sociedade que foi muito abençoada.

Em 1993 o Rev. Paulo Santos, sua esposa d.Valdice e filhos Alexey, Aledsey e Adans vieram para Americana. Veio para pastorear a IP do Bairro São Domingos e com ela suas Congregações. Após alguns acontecimentos na referida Igreja o PAMR (Presbitério de Americana) resolveu que o Rev. Paulo não mais seria Pastor daquela Igreja e, transformou a Congregação do Bairro Jardim Europa em Campo Missionário, colocando então o Rev. Paulo como Pastor Missionário ali, e o Evangelista, Samuel, que tomava conta da Congregação foi para a Igreja Sede.

Algumas famílias acompanharam Rev. Paulo e sua família, são elas: Presb. Guilherme e sua esposa Nelly; Presb. Laert e sua esposa Irma; Presb. Orlando, sua esposa Vânia e seus filhos: Orlando e Fernando; Ramão, sua esposa Maria e seu neto Raoni; Élio, sua esposa Maria e suas filhas Mariana e Ana Clara; Antonio, suas esposa Ana Rosa e seus filhos Alex, Ulisses e Elaine.

O Campo Missionário foi encontrado nas seguintes condições, conforme relatório do Rev. Paulo Miguel: a Escola Dominical contava com 75 alunos matriculados; 37 membros comungantes e 21 não comungantes; com as sociedades internas organizadas: UPH, SAF, UMP e UCP; a arrecadação era de aproximadamente 8.000 cruzeiros reais com a metade dos membros sendo dizimistas. O Rev. Paulo Miguel organizou uma Mesa Administrativa para auxiliá-lo, ficando assim: além dele próprio, os irmãos: o Presb. em disponibilidade Samuel, sr. Argemiro, sr. Luiz Roberto, sr. Antonio e um tesoureiro: sr. Ramão.

Foram programados e feitos vários estudos doutrinários, sobre mordomia e também sobre normas da Igreja Presbiteriana, visando a preparação do Campo Missionário para se tornar em Igreja organizada. Em 29 de agosto de 1993 foi feita uma Assembléia, após o culto e todos os membros comungantes votaram em que se pedisse ao PAMR a organização do Campo em Igreja. O pedido foi feito e a data foi marcada para 07 de novembro de 1993. Como o Templo estava precisando de uma reforma, então, no dia 12 de outubro, feriado, foi feito um mutirão com todos os homens a fim de preparar e deixar tudo bonito e organizado. O Rev. Paulo continuou o trabalho de maneira que tudo ficou a contento.

DIA DA ORGANIZAÇÃO DA IGREJA PRESBITERIANA BETÂNIA

ENTÃO, no dia 07 de novembro de 1993, às 8 horas e 40 minutos, numa das salas do Campo Missionário, situado à Rua Polônia 2440, bairro Jardim Europa, Santa Bárbara D’Oeste, Estado de São Paulo, conforme convocação prévia e resolução do PAMR a Comissão Executiva reuniu-se para a organização do Campo Missionário em Igreja. Os membros dessa comissão, presentes foram: Reverendos: Joás, Presidente; Sylas, Secretário Executivo; Presbíteros: Antonio Silva, 1º Secretário e Antonio Soares, Tesoureiro e, também o Rev. Paulo Miguel. Nessa reunião foi entregue os Róis de Membros Comungantes (53) e Não Comungantes (24) ao Secretário e, achados em ordem, foram aceitos para comporem a nova Igreja que deste momento em diante passa a ser denominada com IGREJA PRESBITERIANA BETÂNIA.

Na seqüência, os nomes, dos membros comungantes na data da Organização da Igreja: Adilson; Argemiro; Aparecida Barbosa; Adijanira; Aldenice; Célia; Durvalina; Daniel; Generino; Ignez; José Cícero; José da Silva; Lourdes; Leandro; Luiz Carlos; Luiz Roberto; Maria Freitas; Maria Trindade; Maria Bertalhia; Maria Fiório; Marilei; Nivaldo; Nilson; Odete; Otelina; Paulo; Sonia; Simone; Silvana; Samuel; Zulmira; Antonio Jair; Ana Rosa; Braulina; Élio; Guilherme; Irmã Paparotti; Laert; Maria Ferreira; Maria Mazzarello; Manuel; Nelly; Nazaré; Orlando; Ramão; Vanderléia; Vânia; Alziro; Neussi; Laurita; Valdice; Cleide; Rogério. Os membros não comungantes: Adalberto; Adelço; Abimael; Ana Clara; André; Daniel; Débora; Eliel; Evandro; Fernando; José Barbosa; Lucas; Luceli; Lumary; Luiz Roberto; Mariana; Mateus; Natália; Ralph; Ricardo; Thaís; Tiago; Wellington; Willian.

Às 9 horas e 15 minutos desse mesmo dia, no Templo, foi feita a Assembléia Geral dos membros comungantes para eleição dos Oficiais: 6 Presbíteros, sendo eleitos: Guilherme; Laert; Orlando; Ramão; Alziro e José da Silva e 6 Diáconos, sendo eleitos: Antonio Jair; Élio; Argemiro; Luiz Carlos; Paulo Luiz e Luiz Roberto, os quais aceitaram. A Reunião especial de Ordenação e Investidura dos Oficiais e declaração de Instalação da Igreja Presbiteriana Betânia foi às 19 h no Templo com um Culto cujo pregador foi o Rev. Joás e o tema da mensagem “Uma Igreja para Hoje” (Atos 4.5-22).

A primeira Diretoria do Conselho foi: Presidente: Rev. Paulo Miguel; Vice-Presidente: Presb. Guilherme; Secretário: Presb. Orlando e Tesoureiro: Presb. Ramão. Observação: O Presb. Ramão é tesoureiro até o dia de hoje (abril/2008), portanto 15 anos. A primeira Diretoria da Junta Diaconal foi: Presidente: Luiz Carlos; Vice-Presidente: Antonio Jair e Secretário: Élio; eleita no dia 10/11/93. No dia 24 de abril de 1994 deu-se início à primeira reforma e ampliação do Templo. Nos dias 5 e 6 de novembro, por ocasião do primeiro aniversário de organização da Igreja, deu-se a inauguração do Templo reformado e ampliado. O Rev. Paulo pastoreou a Igreja até dezembro de 1994, deixando a mesma com 54 membros comungantes e 28 não comungantes, com 88 alunos na Escola Dominical e todas as sociedades internas existentes funcionando.

No dia 09 de janeiro de 1995 tomou posse o novo Pastor, Rev. Luiz Eduardo, com sua família: Miriam, esposa e os filhos: Luiz Eduardo; Miriam Queila; João Calvino. No início de 1996 a Igreja comprou a casa do lado esquerdo ao Templo com ajuda por empréstimo e doações de alguns membros da Igreja local, de outras Igrejas irmãs e também de alguns Pastores do PAMR. Em seguida passou-se a reforma e adaptações da referida casa para uso da Escola Dominical, Salão Social e cozinha e também uma ampliação do Templo. Em fevereiro de 1997 o Seminarista Pascoal veio ajudar no trabalho da Igreja principalmente junto à mocidade. Em junho de 1997 resolveu-se reformar e ampliar o Templo em definitivo, isto é, até ao final do terreno, pois já está pequeno.

Organização da UPA – foi organizada a União Presbiteriana de Adolescentes no dia 29 de novembro de 1998. A primeira diretoria foi: Presidente: Raoni; Vice-Presidente: Victor, Primeira Secretária: Thaís; Segundo Secretário: João Calvino; Tesoureiro: Vilson; e os sócios: Paulo Roberto, Rodrigo Lima, Paula de Abreu, Natália Silva e Fabiana Silva. Funcionou até o final de 2003.

A Igreja continua crescendo... cresceu bastante inclusive com a ajuda de irmãos de outras Igrejas, tais como o Presb. Antonio Ribeiro com aulas na Escola Dominical e sermões; a irmã Luciana no piano vinha todos os domingos, pois não tínhamos pianista; o Presb. Eliel e suas filhas Miriã Oliveira e Luciana Oliveira da Igreja Monte Carmelo, no Coral e posteriormente a irmã Zezina em 1998 deu continuidade ao Coral que funcionou até 2001. Tivemos também a ajuda do Seminarista Jânio e da Evangelista Lídia no ano de 2000 e do Seminarista Márcio, sua esposa Robertani e seu filho João no ano de 2002.

Em meados de 2000 inicia-se um trabalho de confecção e entrega de sopa, legumes e frutas para pessoas desprovidas, às segundas-feiras e depois, por esse motivo, no final de 2000 compramos uma Kombi. Vários irmãos lideraram e participaram desse trabalho de onde resultou a instação em 09/06/2002 de uma Classe de Escola Dominical no bairro Nova Conquista liderada pelo finado e saudoso Presb. Élio.

Em meados de 2001 cria-se uma Comissão de Missões para arrecadar ofertas e envia-las a missionários no exterior, que ainda funciona. No mês de abril de 2001 homenageia-se o finado e saudoso irmão, Presb. Guilherme dando o seu nome ao Escritório Pastoral com uma placa sobre a porta. No ano de 2002 o Pastor estava enfermo e um tanto afastado apenas dava atos pastorais na medida do possível e, no final do ano, com bastante problema de saúde o Rev. Luiz Eduardo deixa, formalmente, o Pastorado da Igreja saindo com Licença Médica. A Escola Dominical contava com 115 alunos matriculados mais 39 da Classe no Bairro Nova Conquista.

No dia 02 de janeiro de 2003 tomou posse o novo Pastor, Rev. Reinaldo Araújo com sua família: Vânia, André e Anne. Em meados de 2003 o Rev. Reinaldo criou uma Classe especial para futuros Oficiais da Igreja visando o preparo dos irmãos para as novas eleições. Em meados de 2004 foi decidido que todo terceiro sábado haveria um culto no Bairro Nova Conquista visando a Evangelização e, às quintas feiras seria trazido, de ônibus fretado, as crianças da Escola Dominical desse mesmo Bairro para participarem do Estudo Bíblico. Em meados de 2005 foi feita uma reforma na frente e dependências do Templo. O Rev. Reinaldo pastoreou a Igreja até final de 2006.

No dia 03 de janeiro de 2007 tomou posse o novo Pastor, Rev. Samuel Júnior com sua esposa Luciene e sua filha Thays. Em meados de 2007 foi reformada pintura do Templo e dependências e pintura especial com logotipo da IPB e nome da Igreja e horários dos trabalhos, no muro da frente do Templo, no lado externo.

CONCLUSÃO:

Observamos através dessa pesquisa sobre a história da I.B. Betânia que uma Igreja se constrói, ao longo de muitos anos, com muita determinação, perseverança, oração, amor, fé, esperança, dedicação, desprendimento e visão missionária, pois o trabalho de Deus deve sempre crescer e se manter visando novas implantações de Igrejas, algo que nos levou a refletir, como Presbíteros que somos, em um melhor planejamento não só para manter esta Igreja como para futuras igrejas que deveremos plantar com a graça de Deus. Isto é A IGREJA DE CRISTO SEMPRE CAMINHANDO!
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Mini-Grupo de crescimento espiritual

Passei alguns anos à procura de um conceito de crescimento espiritual, que não precisasse de “especialistas espirituais” para a realização do mesmo. O objetivo era o de promover na Igreja uma espiritualidade contagiante e sadia. Quando me deparei com o livro “Descomplicando a vida” de Christoph Schalk, percebi que havia encontrado o que procurava. Este livro defende o desenvolvimento da espiritualidade cristã através de mini-grupos.

Um mini-grupo é formado por duas ou três pessoas (do mesmo sexo) que se encontram uma vez por semana durante uma hora para o desenvolvimento da espiritualidade sadia e contagiante.


Os mini-grupos não possuem líder nem plano de estudo. Cada participante recebe um cartão-guia com os temas básicos referentes ao crescimento espiritual, que deverão ser abordados semana após semana.

Dessa forma surge uma dinâmica de compromisso, de prestação de contas mútua e de cumplicidade sobre os altos e baixos na caminhada com o Senhor Jesus.


Um mini-grupo deverá se reunir por um período mínimo de seis meses antes de crescer ou se multiplicar.

O período de seis meses se deve ao fato de que precisamos de tempo para criar um vínculo de confiança e amizade.


1º Passo: O primeiro participante convida o segundo e cria-se o mini-grupo.
2º Passo: O segundo participante convida o terceiro e o mini-grupo cresce.
3º Passo: O primeiro participante convida o quarto participante e o mini-grupo se multiplica, ficando o primeiro participante com o quarto, o segundo com o terceiro.


Os encontros entre quatro pessoas acontecem no máximo uma ou duas vezes, depois o mini-grupo se multiplica.

O crescimento e a multiplicação só se darão nos encontros trimestrais dos mini-grupos (Fevereiro, Maio, Agosto e Novembro)


Estar participando da IP Betânia e ter feito ou estar fazendo o discipulado ou ainda ter o compromisso de fazê-lo na próxima oportunidade. A razão desta exigência se deve ao fato de que os temas básicos sobre o crescimento espiritual são amplamente abordados no discipulado.

Por esta razão, em cada mini-grupo é essencial que pelo menos um dos participantes tenha concluído o discipulado.
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A experiência de Christiam

Quando Christiam visitou um mini-grupo pela primeira vez ele ficou imediatamente entusiasmado. Há muito tempo ele desejava fazer algo para melhorar o seu relacionamento com Deus, e este conceito parecia ser ao mesmo tempo desafiador e descontraído. O primeiro encontro não o decepcionou, mas ele não tinha certeza se não ficaria entediado no decorrer do tempo, pelo fato de abordar sempre os mesmos assuntos.

Mas depois de umas poucas semanas Christiam começou a ver os resultados, quando percebeu que os poucos pontos altos de sua vida de fé já haviam sido saboreados e que não poderia continuar a viver do passado. Ele chegou ao ponto em que também precisou reconhecer as suas fraquezas. Mas acima de tudo tratava-se agora de realmente viver a fé e ter novas experiências com Jesus. O mini-grupo semanal ajudou-o a perseverar na fé.

Muitos cristãos reagem com surpresa quando eu lhes apresento este conceito: “Você está dizendo que estes mini-grupos provocarão uma revolução em minha Igreja? Isto é simplista demais!”. É verdade, os mini-grupos são simplistas, pois assim a multiplicação acontece e crescimento gera interdependência. Muitos deixam de ver a pequena, mas sutil diferença entre conceitos semelhantes: os mini-grupos visam o crescimento e a multiplicação e incluem a evangelização. O guia com perguntas estabelece uma estrutura, tornando desnecessária a liderança formal. Os participantes crescem no discipulado porque são constantemente desafiados nas áreas centrais da vida cristã.

“Descomplicando a vida”
de Christoph Schalk (Páginas 92-93)
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domingo, 5 de abril de 2009

1) Liderança capacitadora


Não estamos falando de liderança “capaz”, mas “capacitadora”. Deixe-nos explicar no que consiste a diferença. “Liderança capaz” pode dar a entender que temos um líder capacitado em todas as áreas e uma grande visão. Este líder, porém, só precisa de colaboradores voluntários que o ajudem a colocar sua visão em prática.


Lideres capacitadores são aqueles que têm como tarefa principal ajudar, capacitar, motivar e acompanhar cada cristão, para que se torne aquilo que Deus desde o começo planejou para ele. Pode ser que alguns destes cristãos, no fim do processo, andem por um caminho totalmente diferente do líder. Um líder "capacitador" pode alegrar-se de coração com isto, porque sabe que Deus tem um chamado individual para cada cristão.


Líderes capacitadores não precisam ser "astros", na verdade o modelo de "super-herói" até pode atrapalhar o desenvolvimento natural e saudável da Igreja. Deus não criou ninguém para ser "pau pra toda obra", e, se alguém exerce este papel (ou é obrigado pela Igreja, que espera isto dele), este é um sinal inquestionável de que alguma coisa está errada. [Leia +]

2) Ministérios orientados pelos dons


Este princípio é expressão da convicção de que Deus determinou em seu plano quais cristãos devem assumir quais funções na Igreja. A tarefa da liderança da Igreja é ajudar os membros a descobrir os dons que Deus lhes deu e a encontrar um ministério que combine com estes dons. Um princípio simples, mas cuja aplicação tem conseqüências positivas grandiosas. Em resumo nós queremos apenas ter pessoas certas, nos ministérios certos pelos motivos certos.


Se você, como cristão, viver de acordo com seus dons espirituais, você não trabalhará mais na sua própria força; é o Espírito de Deus quem trabalhará em você. Assim você, como pessoa “comum” no mais verdadeiro sentido da palavra, poderá realizar coisas fora do comum. Outro grande benefício deste princípio é que quando você exercer suas tarefas baseado em seus dons, você certamente será mais feliz, eficiente e realizado.


Uma pessoa que executa uma tarefa que não corresponde aos seus dons assemelha-se a uma roda quadrada. E um cristão que não tem nenhuma função na Igreja, este talvez seja uma das rodas redondas, das quais tantas estão jogadas dentro da carroça, sem uso. E agora você mesmo talvez consiga imaginar o que, nas categorias desta ilustração, seria um cristão que vive de acordo com os seus dons espirituais! Não é de admirar que a aplicação deste princípio tenha efeitos tão extraordinários sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja. [Leia +]



3) Espiritualidade contagiante


A partir deste princípio podemos afirmar que em uma Igreja que vive sua fé com dedicação, paixão e entusiasmo funciona praticamente qualquer método de trabalho, mas se ela estiver emperrada neste princípio, nada do que faça será bem sucedido. Tal princípio vai contra à idéia de se fazer as coisas apenas para “cumprir as obrigações”.

Este princípio está presente na experiência cristã apaixonada e inspiradora na vida dos cristãos. Não se trata apenas de quanto tempo se passa orando ou lendo as Escrituras, mas de quanto e em que intensidade se vive a vida cristã. Entendemos que além da boa doutrina, das reuniões de oração e do bom método de ensino das Escrituras, precisamos aprender a viver e a transmitir a outros a fé com entusiasmo contagiante. [Leia +]

4) Estruturas funcionais

Na questão das formas e estruturas da Igreja, o critério mais importante é se elas cumprem seu objetivo ou não. As estruturas da Igreja nunca poderão ser um fim em si mesmo, elas são apenas um meio para chegar a determinado fim.

Tudo o que não se enquadra neste critério (por exemplo, estruturas de liderança que impedem o amadurecimento dos membros da Igreja, horário de culto não apropriado, formas de programas descontextualizados) precisa ser mudado ou eliminado. Com este processo contínuo de renovação, evita-se em grande parte o tradicionalismo.

O tradicionalismo defende que as estruturas da Igreja devem ficar como foram até agora, como estou acostumado com elas. Não é de admirar que, de todas as “doenças” sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja, o tradicionalismo é uma das mais perigosas doenças contra o Corpo de Cristo. [Leia +]

5) Culto inspirador

O objetivo principal de nossos cultos é adorar e louvar a Deus. Por isso nosso culto precisa ter padrões bíblicos, ser organizado, com uma linguagem sadia e inteligível para os visitantes. Todas as partes do culto, desde a recepção à despedida, devem ser realizadas buscando a excelência, visto que Deus merece o nosso melhor.

Buscamos um culto que seja uma experiência inspiradora para quem dele participa. A opinião geral dos participantes de nossos cultos é que ele – termo que muitos cristãos não gostam mais de usar – foi “gostoso”.

Não queremos participar do culto apenas para cumprir uma obrigação cristã. Queremos participar do mesmo porque é uma experiência gratificante, que não queremos perder de jeito nenhum. [Leia +]



6) Grupos de comunhão

Ninguém fica na Igreja se não tiver amigos nela. A comunhão precisa ser vivida intensamente para que possamos ser Igreja. Nesse aspecto, os grupos de comunhão oferecem um espaço onde cada pessoa encontra atenção humana, ajuda prática e cuidado espiritual intensivo. Estes grupos estudam a Bíblia periodicamente, com aplicações práticas para o dia a dia do participante além de promover relacionamentos saudáveis.

O objetivo de nossos grupos é crescer e se multiplicar. Cada grupo deve ter no máximo 11 pessoas. Quando o grupo passa a contar com 12 pessoas ele se multiplica em dois.

Os grupos são criados por faixa etária ou por interesse em comum. Exemplos de grupos: Adultos solteiros, casais, homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças, profissionais, e outros. Os grupos também podem realizar interatividade entre eles em atividades especiais. [Leia +]


7) Evangelização orientada para as necessidades

Sem esse princípio, a Igreja jamais poderia se desenvolver de forma saudável e natural e muito menos se multiplicar. Mas, como e a quem podemos e devemos evangelizar? Optamos por transmitir o evangelho de uma maneira que vai ao encontro das necessidades das pessoas que estão distantes da fé cristã. Deste modo a chave para o desenvolvimento saudável e natural da Igreja é direcionar nossas atividades evangelísticas para os questionamentos e dificuldades dos nossos amigos não cristãos.

Sabemos que nem todos os nossos membros receberam de Deus o dom de evangelista. Todavia, entendemos que é tarefa de cada cristão servir seus amigos não cristãos, com os quais ele tem um bom relacionamento, com o dom que Deus lhe deu e engajar-se para que essa pessoa entre em contato com a Igreja ou com o grupo que ele participa e assim ouça o evangelho. [Leia +]



OITO MARCAS DE QUALIDADE

8) Relacionamentos marcados pelo amor fraternal

Acreditamos que amar é uma arte que pode ser aprendida e isso tem muito a contribuir para o desenvolvimento saudável e natural da nossa Igreja. Para saber qual a intensidade em que se vive o amor em nossa Igreja utilizamos algumas perguntas: Quanto tempo nossos membros gastam com os demais cristãos fora das atividades da Igreja? Com que freqüência eles se convidam para uma refeição ou para um cafezinho? Quanto eles elogiam uns aos outros na Igreja? Em que medida os líderes conhecem as necessidades dos membros? Quanto se ri na Igreja? Sabemos que por trás dessas perguntas se escondem princípios fundamentais do desenvolvimento saudável e natural da Igreja.

Amor de verdade dá à Igreja um brilho, produzido por Deus, muito maior do que programas evangelísticos, pois nestes a ênfase recai exclusivamente sobre modos verbais de comunicação. As pessoas sem Deus não precisam de discursos sobre amor; elas querem experimentar o amor cristão na prática do dia a dia. [Leia +]




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