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terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Mini-Grupo de crescimento espiritual
Passei alguns anos à procura de um conceito de crescimento espiritual, que não precisasse de “especialistas espirituais” para a realização do mesmo. O objetivo era o de promover na Igreja uma espiritualidade contagiante e sadia. Quando me deparei com o livro “Descomplicando a vida” de Christoph Schalk, percebi que havia encontrado o que procurava. Este livro defende o desenvolvimento da espiritualidade cristã através de mini-grupos.
Um mini-grupo é formado por duas ou três pessoas (do mesmo sexo) que se encontram uma vez por semana durante uma hora para o desenvolvimento da espiritualidade sadia e contagiante.

Os mini-grupos não possuem líder nem plano de estudo. Cada participante recebe um cartão-guia com os temas básicos referentes ao crescimento espiritual, que deverão ser abordados semana após semana.
Dessa forma surge uma dinâmica de compromisso, de prestação de contas mútua e de cumplicidade sobre os altos e baixos na caminhada com o Senhor Jesus.

Um mini-grupo deverá se reunir por um período mínimo de seis meses antes de crescer ou se multiplicar.
O período de seis meses se deve ao fato de que precisamos de tempo para criar um vínculo de confiança e amizade.

1º Passo: O primeiro participante convida o segundo e cria-se o mini-grupo.
2º Passo: O segundo participante convida o terceiro e o mini-grupo cresce.
3º Passo: O primeiro participante convida o quarto participante e o mini-grupo se multiplica, ficando o primeiro participante com o quarto, o segundo com o terceiro.

Os encontros entre quatro pessoas acontecem no máximo uma ou duas vezes, depois o mini-grupo se multiplica.
O crescimento e a multiplicação só se darão nos encontros trimestrais dos mini-grupos (Fevereiro, Maio, Agosto e Novembro)

Estar participando da IP Betânia e ter feito ou estar fazendo o discipulado ou ainda ter o compromisso de fazê-lo na próxima oportunidade. A razão desta exigência se deve ao fato de que os temas básicos sobre o crescimento espiritual são amplamente abordados no discipulado.
Por esta razão, em cada mini-grupo é essencial que pelo menos um dos participantes tenha concluído o discipulado.
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A experiência de Christiam
Quando Christiam visitou um mini-grupo pela primeira vez ele ficou imediatamente entusiasmado. Há muito tempo ele desejava fazer algo para melhorar o seu relacionamento com Deus, e este conceito parecia ser ao mesmo tempo desafiador e descontraído. O primeiro encontro não o decepcionou, mas ele não tinha certeza se não ficaria entediado no decorrer do tempo, pelo fato de abordar sempre os mesmos assuntos.
Mas depois de umas poucas semanas Christiam começou a ver os resultados, quando percebeu que os poucos pontos altos de sua vida de fé já haviam sido saboreados e que não poderia continuar a viver do passado. Ele chegou ao ponto em que também precisou reconhecer as suas fraquezas. Mas acima de tudo tratava-se agora de realmente viver a fé e ter novas experiências com Jesus. O mini-grupo semanal ajudou-o a perseverar na fé.
Muitos cristãos reagem com surpresa quando eu lhes apresento este conceito: “Você está dizendo que estes mini-grupos provocarão uma revolução em minha Igreja? Isto é simplista demais!”. É verdade, os mini-grupos são simplistas, pois assim a multiplicação acontece e crescimento gera interdependência. Muitos deixam de ver a pequena, mas sutil diferença entre conceitos semelhantes: os mini-grupos visam o crescimento e a multiplicação e incluem a evangelização. O guia com perguntas estabelece uma estrutura, tornando desnecessária a liderança formal. Os participantes crescem no discipulado porque são constantemente desafiados nas áreas centrais da vida cristã.
“Descomplicando a vida”
de Christoph Schalk (Páginas 92-93)
Quando Christiam visitou um mini-grupo pela primeira vez ele ficou imediatamente entusiasmado. Há muito tempo ele desejava fazer algo para melhorar o seu relacionamento com Deus, e este conceito parecia ser ao mesmo tempo desafiador e descontraído. O primeiro encontro não o decepcionou, mas ele não tinha certeza se não ficaria entediado no decorrer do tempo, pelo fato de abordar sempre os mesmos assuntos.
Mas depois de umas poucas semanas Christiam começou a ver os resultados, quando percebeu que os poucos pontos altos de sua vida de fé já haviam sido saboreados e que não poderia continuar a viver do passado. Ele chegou ao ponto em que também precisou reconhecer as suas fraquezas. Mas acima de tudo tratava-se agora de realmente viver a fé e ter novas experiências com Jesus. O mini-grupo semanal ajudou-o a perseverar na fé.
Muitos cristãos reagem com surpresa quando eu lhes apresento este conceito: “Você está dizendo que estes mini-grupos provocarão uma revolução em minha Igreja? Isto é simplista demais!”. É verdade, os mini-grupos são simplistas, pois assim a multiplicação acontece e crescimento gera interdependência. Muitos deixam de ver a pequena, mas sutil diferença entre conceitos semelhantes: os mini-grupos visam o crescimento e a multiplicação e incluem a evangelização. O guia com perguntas estabelece uma estrutura, tornando desnecessária a liderança formal. Os participantes crescem no discipulado porque são constantemente desafiados nas áreas centrais da vida cristã.
“Descomplicando a vida”
de Christoph Schalk (Páginas 92-93)
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Confira também...
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domingo, 5 de abril de 2009
3) Espiritualidade contagiante
A partir deste princípio podemos afirmar que em uma Igreja que vive sua fé com dedicação, paixão e entusiasmo funciona praticamente qualquer método de trabalho, mas se ela estiver emperrada neste princípio, nada do que faça será bem sucedido. Tal princípio vai contra à idéia de se fazer as coisas apenas para “cumprir as obrigações”.
Este princípio está presente na experiência cristã apaixonada e inspiradora na vida dos cristãos. Não se trata apenas de quanto tempo se passa orando ou lendo as Escrituras, mas de quanto e em que intensidade se vive a vida cristã. Entendemos que além da boa doutrina, das reuniões de oração e do bom método de ensino das Escrituras, precisamos aprender a viver e a transmitir a outros a fé com entusiasmo contagiante. [Leia +]
8) Relacionamentos marcados pelo amor fraternal
Acreditamos que amar é uma arte que pode ser aprendida e isso tem muito a contribuir para o desenvolvimento saudável e natural da nossa Igreja. Para saber qual a intensidade em que se vive o amor em nossa Igreja utilizamos algumas perguntas: Quanto tempo nossos membros gastam com os demais cristãos fora das atividades da Igreja? Com que freqüência eles se convidam para uma refeição ou para um cafezinho? Quanto eles elogiam uns aos outros na Igreja? Em que medida os líderes conhecem as necessidades dos membros? Quanto se ri na Igreja? Sabemos que por trás dessas perguntas se escondem princípios fundamentais do desenvolvimento saudável e natural da Igreja.
Amor de verdade dá à Igreja um brilho, produzido por Deus, muito maior do que programas evangelísticos, pois nestes a ênfase recai exclusivamente sobre modos verbais de comunicação. As pessoas sem Deus não precisam de discursos sobre amor; elas querem experimentar o amor cristão na prática do dia a dia. [Leia +]
Amor de verdade dá à Igreja um brilho, produzido por Deus, muito maior do que programas evangelísticos, pois nestes a ênfase recai exclusivamente sobre modos verbais de comunicação. As pessoas sem Deus não precisam de discursos sobre amor; elas querem experimentar o amor cristão na prática do dia a dia. [Leia +]
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Discipulado
Para nós da IP Betânia, o discipulado é um relacionamento comprometido e pessoal onde um discípulo mais maduro ajuda a outros discípulos de Jesus Cristo aproximarem-se mais dEle.
Permita-nos esclarecer melhor essa definição:
O discipulado é um RELACIONAMENTO...
Não se trata apenas de frequentar reuniões religiosas. Sem o relacionamento a vida cristã perde totalmente a sua essência. Basta olharmos para o exemplo de Jesus. Marcos 3:14 nos diz que “Então designou doze para estarem com ele...”. Pouco tempo depois Lucas nos diz em Atos 4:13 que os líderes religiosos “Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus”.
Por esta razão afirmamos que o discipulado não é um programa, nem uma estrutura, nem um curso.
O discipulado é um relacionamento COMPROMETIDO E PESSOAL...
Segundo Jesus, a relação entre discípulo e discipulador devem ser idêntica a relação que existe no contexto familiar (Mateus 12:46-49). Alguém que não se sente parte da família jamais se sentirá comprometido. O compromisso não se refere a defender uma causa ou instituição, mas a defender e apoiar pessoas. Para isso, o discípulo se envolve pessoalmente porque se sente seguro.
O discipulado é um relacionamento comprometido e pessoal onde UM DISCÍPULO MAIS MADURO...
Em suma, ser maduro não quer dizer que jamais erramos. Ser maduro é andar com Deus, é reconhecer as próprias faltas e confessá-las, levantar e continuar lutando em busca de uma vida de santidade.
O discipulado é um relacionamento comprometido e pessoal onde um discípulo mais maduro AJUDA A OUTROS DISCÍPULOS DE JESUS CRISTO...
Essa ajuda não pode criar a dependência (que é uma tragédia visto que a pessoa não se sente responsável porque só faz o que seu discipulador indica), nem de independência (que é o critério de maturidade de nossa cultura mas que leva a pessoa a viver isolada de tudo e de todos) mas deve criar o vínculo de interdependência (que é o critério de maturidade cristã visto que todos buscam fazer o que Deus orienta através de sua Palavra e um apóia o outro nesse propósito). Na interdependência, a pessoa experimenta a unidade do Corpo de Jesus. É fascinante!
O discipulado é um relacionamento comprometido e pessoal onde um discípulo mais maduro ajuda a outros discípulos de Jesus Cristo a APROXIMAREM-SE MAIS DELE.
Levar outros a vivenciar a fé cristã e assim se aproximar de Cristo poderá ser feito de diversas formas. Individual (2 Timóteo 2.2) ou em grupo (como fez Jesus com os doze).
Nós da IP Betânia decidimos por fazer o discipulado em grupo (duração de 8 meses - Março a Junho e Agosto a Novembro) seguido do individual a que chamamos de Mini-grupo (ocorre durante todo o ano).
No discipulado em grupo as pessoas recebem toda a orientação necessária sobre as disciplinas espirituais indispensáveis para o desenvolvimento da espiritualidade sadia. Já nos mini-grupos (grupos formados por no máximo 3 pessoas) cada um tem a oportunidade de compartilhar o seu desenvolvimento na vida cristã.
Em ambos os casos o nosso propósito final é que cada discípulo desenvolva um relacionamento comprometido e pessoal com Jesus e com os demais discípulos.
Agora re-leia a definição de discipulado e pense: Quão atrativo seria esse tipo de relação para você? Está interessado em participar de um grupo de discipulado e posteriormente de um mini-grupo? Então clic aqui e fale conosco.
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