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sábado, 14 de julho de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2012
INTIMIDADE, a nova série de mensagens.
Saber que ele se preocupa comigo de forma especial e particular. Que não sou uma criatura feita em série, mas uma pessoa especial, com características únicas, desejadas por ele mesmo antes do nosso pai ter conhecido nossa mãe.
Olhando para a Palavra de Deus, percebemos que não somos os únicos nessa busca pela intimidade de Deus. A Bíblia nos apresenta pessoas reais, que em diversas épocas, também sentiam o que sentimos e que conseguiram a satisfação dessa necessidade.
Quem são eles e como eles fizeram isso? Bem, venha descobrir conosco nos próximos domingos as 19h30 na IP Betania. Você será sempre bem vindo.
Confira aqui o nosso endereço
sábado, 26 de maio de 2012
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Missão

Desde o seu nascimento, Jesus foi conhecido como o filho de José e Maria. Todavia, por trás deste rótulo, escondia-se a natureza mais profunda do seu ser, bem como a sua missão, ou seja, ele sabia que era Filho de Deus bem como a missão para a qual fora chamado. Jesus Sabia exatamente qual era o plano de Deus para sua vida. Certa vez ele mesmo disse: “o Filho do Homem veio para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” Mc 10.45. Também em João 6.38 podemos conferir a convicção de Jesus quanto ao sentido de sua vida: “Desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou”.
Quem diz “vivo para fazer a vontade de Deus” não poderá mais tomar decisões por conta própria, mas vive na dependência de Deus. Coisas como a escolha da profissão, do parceiro, do modo de vida e de como gastar o dinheiro, tornam-se assuntos a considerar junto ao Senhor. A decisão de comprar uma casa não pode ser tomada antes de tê-la apresentado a Deus.
Por causa de sua missão, Jesus abandona a casa e a oficina de seu pai com cerca de 30 anos de idade para levar uma vida itinerante e não aceita fazer nada que o atrapalhe a cumprir o plano de Deus para sua vida. Os anos que passou em casa com seus pais, aprendendo o ofício de carpinteiro, são anos de preparo para o que, finalmente, se reduziu a apenas três anos de intenso ministério, que terminaram em sua prisão, morte e ressurreição.
Em Lucas 9.51 testemunhamos um momento extremamente importante, diz-nos o texto: “Aconteceu que, ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu, manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém”. É um momento significativo e marcante no evangelho de Lucas, no qual Jesus aperta os cintos e parte para a última etapa do caminho, que trará grande sofrimento. Não muito tempo depois, em sua oração no Getsêmani ele diz: “Pai, se possível, passa de mim este cálice!” É um momento de profunda dor e horror por aquilo que virá. Mas mesmo aí, Jesus permanece fiel a sua missão dizendo: “Todavia, não faça a minha vontade, mas a sua.” Lc 22.42-43. Estava disposto a qualquer coisa para realizar a vontade de Deus para sua vida. [Leia +]
Pr. Ronaldo Araújo
Quem diz “vivo para fazer a vontade de Deus” não poderá mais tomar decisões por conta própria, mas vive na dependência de Deus. Coisas como a escolha da profissão, do parceiro, do modo de vida e de como gastar o dinheiro, tornam-se assuntos a considerar junto ao Senhor. A decisão de comprar uma casa não pode ser tomada antes de tê-la apresentado a Deus.
Por causa de sua missão, Jesus abandona a casa e a oficina de seu pai com cerca de 30 anos de idade para levar uma vida itinerante e não aceita fazer nada que o atrapalhe a cumprir o plano de Deus para sua vida. Os anos que passou em casa com seus pais, aprendendo o ofício de carpinteiro, são anos de preparo para o que, finalmente, se reduziu a apenas três anos de intenso ministério, que terminaram em sua prisão, morte e ressurreição.
Em Lucas 9.51 testemunhamos um momento extremamente importante, diz-nos o texto: “Aconteceu que, ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu, manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém”. É um momento significativo e marcante no evangelho de Lucas, no qual Jesus aperta os cintos e parte para a última etapa do caminho, que trará grande sofrimento. Não muito tempo depois, em sua oração no Getsêmani ele diz: “Pai, se possível, passa de mim este cálice!” É um momento de profunda dor e horror por aquilo que virá. Mas mesmo aí, Jesus permanece fiel a sua missão dizendo: “Todavia, não faça a minha vontade, mas a sua.” Lc 22.42-43. Estava disposto a qualquer coisa para realizar a vontade de Deus para sua vida. [Leia +]
Pr. Ronaldo Araújo
sábado, 8 de outubro de 2011
Três desejos perigosos

Esse é mais um desejo legítimo concebido por Deus ao ser humano, de conhecer e realizar. É importante que queiramos realizar grandes empreendimentos, adquirir conhecimento especializado, ser alguém. Mas, aqui também precisamos nos afinar com a Palavra de Deus. A tentação reside no fato de abandonarmos os planos de Deus e agirmos por conta própria. Alguns pecados nessa área são: satisfação com o status, fama, orgulho, superioridade a título de realização pessoal e profissional.
Jesus também foi tentado aqui. Satanás levou-o ao teto do templo em Jerusalém e propôs que ele se lançasse e impressionasse e convencesse os líderes religiosos de ser ele o Messias, quando o vissem sendo carregado por anjos. Afinal de contas agindo assim ele se revelaria como um super herói e teria a afirmação das pessoas.
Sua imagem diante das pessoas deve ser uma conseqüência de sua vida responsável diante de Deus. Portanto, se queremos uma vida vitoriosa, precisamos nos disciplinar em relação às insistentes pressões que nossos desejos fazem sobre nós no sentido de nos levar ao desequilíbrio que nos colocam à beira do abismo.
Tiago nos adverte: "Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos... o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer." Tiago 1:22-25. [Leia +]
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A verdadeira crise
A maior crise que vivemos em nossos dias não é econômica, social ou política, é moral. Se considerarmos essa crise como uma doença então, sem sombras de dúvidas e sem medo de errar, podemos afirmar que estamos vivendo uma verdadeira epidemia. Nossos maiores problemas não são a falta de recursos, ou falta de oportunidades, ou ausência de uma política social justa, mas é a presença de um caráter corrompido.
Essa não é uma doença que pode ser curada por meios de remédios químicos ou naturais, é muito mais espiritual do que podemos imaginar. A solução para essa verdadeira epidemia existe quando nos voltamos para as Sagradas Escrituras e entendemos o propósito de Deus para nossas vidas. É em busca dessa cura que proponho essa série de mensagens.
Infelizmente tem se tornado comum o desenvolvimento de relacionamentos descartáveis entre pessoas como se elas fossem objetos que uma vez usadas podem ser jogadas fora. A violência tem alcançado índices assustadores nas escolas e pasmem, já alcançou nossos lares. A exploração sexual agora é doméstica e é realidade na maioria das famílias que conhecemos. Casar virgem agora é “ser quadrado” e “antiquado”. Homossexualidade, prostituição e adultério deixou de ser um abuso ao corpo e infidelidade a quem prometemos amar e se tornou uma questão de opção. A corrupção não passa somente no contexto da administração pública, agora é uma questão de oportunidade. Uma pesquisa recente revelou que a cada dez brasileiros, oito afirmam que se tiver oportunidade não abrirá mão de se enriquecer de forma ilícita.
Valores como pureza, castidade, honestidade e fidelidade tornaram-se desprezíveis, impróprios e “caretas”. Mas não é só isso, a sensualidade tem sido o assunto predileto das pessoas, e já se tornou há muito tempo uma das indústria mais rentáveis do mundo. Pornografia e prostituição têm cobrado um alto preço, pago com casamentos destruídos, famílias arruinadas e filhos perdidos. Prejuízos incalculáveis.
A nudez tem sido comercializada em nome do “profissionalismo artístico”. Isto vai gerando gradativamente uma mudança na imagem que a mente humana tem em relação ao seu semelhante. As pessoas passam a enxergar uns aos outros como um produto, que pode ser comprado, usado e lançado fora ao seu bel prazer.
O amor ao próximo é simplesmente jogado na lata de lixo quando a questão é o amor ao prazer. Amar o próximo envolve renúncia. Amar os prazeres envolve egoísmo e irresponsabilidade. As pessoas amam mais os prazeres e usam e abusam uns dos outros. Tudo gira em torno da auto satisfação e os outros são apenas o resto que não importa. Isto tem causado uma inversão moral. O certo é tido como errado, o errado como certo, e tudo isso é feito em nome do amor e do glamour da sensualidade. Aparentemente tudo é belo e atrativo, mas é desta forma que a presença de Deus é banida.
O resultado é uma busca desenfreada pelo prazer que nunca se satisfaz criando sentimentos e desejos viciados debaixo de um encantamento demoníaco que diz “preciso aproveitar a vida” e “eu também tenho o direito de ser feliz” que acaba por semear uma vida frustrante e depressiva. [Leia +]
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O homem segundo o coração de Deus
Diante da calamidade, os homens se revoltam contra Davi. É sempre assim, quando as situações adversas nos assolam, buscamos alguém para culpar. Todavia, aqui Davi dá sinais do que significa ser um homem segundo o coração de Deus. Além de chorar, Davi não culpa ninguém, mas olha para si mesmo.
Certamente ele se lembrou que diante do perigo intimidador de Golias, ele se encheu de fé e coragem e venceu aquele desafio. Em contrapartida, diante das ameaças de Saul, Davi abriu mão da fé e fugiu e tudo deu errado. Isso porque ele não buscou a orientação de Deus para fugir de Israel, para mentir ao povo de Nobe, para fazer seu ridículo teatro em Gate, para se enfiar na caverna de Adulão, para atacar, matar e roubar os povos vizinhos dos filisteus e muito menos para lutar contra seu próprio povo de Israel. Então, agora ao ver a cidade arrasada, Davi não culpa ninguém, diz a Bíblia que ele fez outra escolha, uma escolha digna de um homem segundo o coração de Deus, escolheu se reanimar no Senhor. (1 Samuel 30.6)
Confira toda a mensagem clicando aqui
sábado, 10 de setembro de 2011
Perdendo o brilho

A história pré-reinado de Davi nos apresenta um menino que se fez homem através dos sucessos e adversidades que a vida apresenta a qualquer mortal. Nessa série de mensagens, convido você a uma viagem no tempo, até aos tempos de Davi, o pastor de Belém, e caminharmos lado a lado desse grande herói da fé e aprender com ele que a vida pode ser melhor, se conseguirmos perceber o cuidado de Deus para conosco em todo tempo e em todo lugar.
Após vencer Golias e contabilizar várias vitórias à frente do exército de Israel, Davi se tornou muito famoso em Israel. Todavia, após grandes conquistas, precisamos ficar muito alertas para não tropeçarmos logo em seguida. Nesse ponto, Davi se descuidou, se tornou auto suficiente, sem necessidade de Deus.
Não havia mais tempo para falar com Deus e desenvolver seu relacionamento com ele em meio a tantas responsabilidades. O relacionamento que antes o alimentava junto ao rebanho de ovelhas, agora deu lugar ao glamour do palácio.
Sua fama também lhe renderam alguns inimigos, dentre eles o rei Saul que se tornou seu perseguidor. Após o seu último encontro com o profeta Samuel, Davi decidiu fugir de tudo e de todos por acreditar que essa fosse a melhor solução para seus problemas. Todavia, não consultou a Deus sobre essa decisão. E isso lhe custou muito caro.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Do anonimato à fama
Após a unção, Davi voltou para cuidar de seu rebanho. Não é difícil imaginá-lo considerando o que tinha acontecido, dando asas à fértil imaginação, sonhando em ser rei. Davi sabia que nem só de sonho vive o homem. Por essa causa, ele não mudou a forma responsável com que encarava os desafios de cada dia. Não se consumiu pela ansiedade nem se entregou à ociosidade. Boas oportunidades nas mais variadas áreas da vida surgem com relativa freqüência, mas só os preparados as desfrutam. Davi também vivenciou esse processo até o dia em que foi confrontado com uma grande oportunidade.
A Bíblia diz que o Espírito do Senhor se afastou de Saul e este era atormentado por um espírito maligno. Diante disso um de seus oficiais propõe que se chame alguém que toque bem harpa para aliviar o sofrimento do rei. Ao buscar alguém no reino, Davi foi o escolhido.
Mas por que o rei optou por Davi? A descrição oferecida por parte de alguém que o conhecia, estando ele ainda no início de sua juventude, é impressionante: "Conheço um dos filhos de Jessé, de Belém, que sabe tocar harpa. É um guerreiro valente, sabe falar bem, tem boa aparência e o Senhor está com ele". (1 Sm 16.18). A impressão que Davi causava era fascinante. Ele desenvolvera dons, hábitos e atitudes os mais nobres. É praticamente impossível não percebê-los. Esse belo e talentoso jovem é trazido à casa do rei Saul.
Durante um bom tempo, Davi viveu entre o palácio e o campo, ora envolvido em sua atividade de músico do rei, ora cuidando do rebanho de seu pai. Nesse meio tempo, seus irmãos foram convocados para se juntar ao exército e ir para a guerra sob o comando de Saul. Davi não estava entre os soldados por ser ainda muito jovem, pois em Israel os homens de guerra tinham mais de 20 anos.
Outra característica de Davi é que ele não tinha má vontade em fazer qualquer tipo de serviço. Tão logo recebeu de seu pai a tarefa de levar alimentos para seus irmãos, o jovem imediatamente tratou de executar o pedido, não sem antes incumbir alguém de cuidar de suas ovelhas.
domingo, 26 de dezembro de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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