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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A Bíblia e o aborto


A Bíblia nunca trata especificamente sobre a questão do aborto. No entanto, há inúmeros ensinamentos nas Escrituras que deixam muitíssimo clara qual é a visão de Deus sobre o aborto. Jeremias 1:5 nos diz que Deus nos conhece antes de nos formar no útero. Êxodo 21:22-25 dá a mesma pena a alguém que comete um homicídio e para quem causa a morte de um bebê no útero. Isto indica claramente que Deus considera um bebê no útero como um ser humano tanto quanto um adulto. Para o cristão, o aborto não é uma questão sobre a qual a mulher tem o direito de escolher. É uma questão de vida ou morte de um ser humano feito à imagem de Deus (Gênesis 1:26-27; 9:6).

O primeiro argumento que sempre surge contra a opinião cristã sobre o aborto é: “E no caso de estupro e/ou incesto?”. Por mais horrível que fosse ficar grávida como resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a resposta? Dois erros não fazem um acerto. A criança resultante de estupro/incesto pode ser dada para adoção por uma família amável incapaz de ter filhos por conta própria – ou a criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez, o bebê não deve ser punido pelos atos malignos do seu pai.

O segundo argumento que surge contra a opinião cristã sobre o aborto é: “E quando a vida da mãe está em risco?”. Honestamente, esta é a pergunta mais difícil de ser respondida quanto ao aborto.

Primeiro, vamos lembrar que esta situação é a razão por trás de menos de um décimo dos abortos realizados hoje em dia. Muito mais mulheres realizam um aborto porque elas não querem “arruinar o seu corpo” do que aquelas que realizam um aborto para salvar as suas próprias vidas. 

Segundo, devemos lembrar que Deus é um Deus de milagres. Ele pode preservar as vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de todos os indícios médicos contra isso. Porém, no fim das contas, esta questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor pedindo sabedoria (Tiago 1:5) para saber o que Ele quer que eles façam.

94% dos abortos realizados hoje em dia são por razões diferentes da vida da mãe estar em risco. A vasta maioria das situações pode ser qualificada como “Uma mulher e/ou seu parceiro decidindo que não querem o bebê que eles conceberam”. Isto é um terrível mal. Mesmo nos outros 6%, onde há situações mais difíceis, o aborto jamais deve ser a primeira opção. A vida de um ser humano no útero é digna de todo o esforço necessário para permitir um processo de concepção completo.

Para aquelas que fizeram um aborto – o pecado do aborto não é menos perdoável do que qualquer outro pecado. Através da fé em Cristo, todos e quaisquer pecados podem ser perdoados (João 3:16; Romanos 8:1; Colossenses 1:14). Uma mulher que fez um aborto, ou um homem que encorajou um aborto, ou mesmo um médico que realizou um – todos podem ser perdoados pela fé em Cristo.

Pr Ronaldo Araújo

Fontes: Bíblia de Genebra, Gotquestions e A Bíblia diz.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Iguais ao Francisco

O que é mais fácil dizer ao paralítico: “Os seus pecados estão perdoados” ou “Levante-se, pegue a sua cama e ande”? Marcos 2.9

Lá pelo ano de 2005 conheci um pastor Batista, quando fazia o curso de teologia no Seminário Presbiteriano em Campinas, que se chamava Francisco Motta.

A convite de uma professora, ele foi em nossa sala compartilhar sua experiência de vida, o que muito me edificou.

Francisco andava numa cadeira de rodas desde a infância (veja sua foto com seus dois irmãos na praia de Santos, onde nasceu). Todavia, sua mãe lhe ensinou a não ter complexo por ser paralítico.

Ele nos disse que algumas pessoas, amigos e até parentes, acreditavam que ele viveria sem sair de casa, e dependendo da ocasião, ao receber visitas em sua casa, nem do quarto ele deveria sair.

Mas sua mãe, sempre o tratou da mesma forma que tratava seus irmãos. Usava shorts, apesar de um parente chegado achar que suas pernas deveriam ficar cobertas para esconder as seqüelas da poliomielite e também as cicatrizes das cirurgias às quais ele foi submetido.

Quando merecia ser disciplinado ele apanhava, apesar de sua avó declarar que só os outros dois irmãos deveriam ser castigados.

Como seus irmãos, ele ia à praia, passeava, estudava, tinha responsabilidades e convivia naturalmente com todo mundo. Sua mãe o fez acreditar que ele era como todas as pessoas, só que com limites de locomoção.

No momento em que ele "se viu assim", quando se conscientizou de sua realidade, resolveu ser como os outros e superar de algumas formas seus limites. E foi assim que ele fez.

Quando ouvi sua história, muito me emocionei. Mas ele continuou dizendo:

"Quando Jesus Cristo viu um homem paralítico que desceu do telhado para estar bem na frente d’Ele, disse primeiramente que os seus pecados estavam perdoados. E Jesus o fez assim porque o maior problema daquele homem era espiritual. Problema espiritual é toda e qualquer coisa que nos separa de Deus. Só depois de isso resolvido é que o Senhor tratou do seu problema físico, curando-o.
Me lembro direitinho do dia em que percebi que o meu maior problema era espiritual. Uma limitação que por meios humanos não pode ser superada. Graças a Deus pela cruz. Só Cristo podia fazê-lo por mim. E foi assim que Ele o fez."

Não é maravilhoso?! Francisco conseguiu perceber que aquilo que não podemos fazer, Deus o faz!

Depois daquele encontro, me despertei para o fato de que sou igual a todo mundo. Sou igual ao Francisco. E você?

Quais são seus limites? Qual seu maior problema?

domingo, 22 de julho de 2018

Silêncio, por favor.

"Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai." Salmos 4:4

Hoje pela manhã, na Escola Dominical, estudamos esse Salmo e esse versículo me pegou.

Uma das coisas mais difíceis de se reconhecer, penso que para todos os cristãos, é que a maior parte dos pecados que cometemos (senão todos) foram planejados.
Ninguém está andando pela rua e, sem mais nem menos, diz: Epa, adulterei sem perceber.

Não, a coisa já começou lá atrás. Com um simples pensamento, um desejo pecaminoso que foi acalentado e deixado por ali, quem sabe para ser repensado mais tarde.

Tenho por costume fazer o exercício espiritual do silêncio. Trata-se de ficar no silêncio e em silêncio.

Primeiramente calamos as “vozes exteriores”: celular, TV, aparelho de som, livros, revistas, outras pessoas, enfim, tudo aquilo que pode vir a distrair a nossa atenção.

Em seguida devemos calar as “vozes interiores”, ou seja, preocupações, tarefas a serem feitas, coisas a serem lembradas, ou qualquer outro pensamento que, via de regra, pode ser anotado em um papel para ser visto mais tarde. Esse silêncio é fundamental para ouvirmos a Deus.

Nesse ponto, é hora de consultar o nosso coração.

No silêncio, pensamentos brotam, vêem à tona.

É por isso que eu, como a maior parte das pessoas (ou todos?), tenho medo de ficar sozinho comigo mesmo. Medo de me conhecer! As pessoas orgulhosas não gostam desse silêncio, não querem se conhecer, não querem destruir sua auto-imagem ilusória.

Precisamos querer a cura, a transformação, a santificação.

Atente para esses dois textos bíblicos:

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Salmos 139:23-24 RA)

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9 RA)

O silêncio é uma ótima ponte entre o pedido feito a Deus para que Ele nos sonde e a confissão dos pecados escondidos no interior do coração.

Pense nisso!

Pr Ronaldo Araújo

sábado, 21 de julho de 2018

Cafezinho

"Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia." (Salmos 34:8 RA)

"Procure descobrir, por você mesmo, como o SENHOR Deus é bom. Feliz aquele que encontra segurança nele!" (Salmos 34:8 NTLH)


Ao longo dos meus anos de vida com Cristo, inúmeras vezes me senti como um homem que está em um deserto quase morrendo de sede e descobre uma inesgotável fonte de água fresquinha e, após beber e satisfazer sua própria necessidade, corre revigorado para dar a novidade para sua família e amigos igualmente sedentos.

Deus me tem permitido desfrutar de sua graça. Graça é como Deus nos vê apesar de nós mesmos. É meu desejo compartilhar isso com todos aqueles que se aproximam de mim.

Olhando para o Salmo 34.8, quero despertar em você o desejo de provar, perceber, "beber" para sentir o gosto, descobrir por você mesmo o prazer que é seguir a Jesus.

Para isso, vou compartilhar nesta sessão carinhosamente chamada de CAFEZINHO, algumas de minhas meditações e experiências adquiridas caminhando com Jesus.

Mas não me entendam mal. Não tenho a mínima intenção em motivar você a provar a Deus no sentido de colocá-lo em cheque, tentá-lo. Não quero isso de forma alguma. O que quero é motivar mais e mais pessoas a vivenciarem tudo aquilo que o Senhor pode nos dar.

Que Deus nos abençoe.

Pr Ronaldo Araújo

terça-feira, 8 de maio de 2012

Encontro de Pastores PAMR

Aconteceu nessa terça-feira, dia 08 de maio, 8h na IP Filadélfia o encontro de pastores do Presbitério de Americana (PAMR). O Preletor foi o Rev. Wilson Emerick (IP Central de Campinas).

domingo, 1 de abril de 2012

Situação Pastoral 2013-2014


O Conselho da IP Betânia, depois de ouvir a Igreja e analisar o andamento dos trabalhos desde de 2009 (ano que o Pr. Ronaldo assumiu o pastorado da Igreja) renovou com o Pr. Ronaldo o vínculo até 31 de dezembro de 2014.

No culto do dia 01 de abril, o Conselho fez o comunicado à Igreja de forma oficial e expressou todo o seu apoio à família do Pastor. Louvamos a Deus por mais essa decisão.