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domingo, 13 de maio de 2012
domingo, 5 de abril de 2009
1) Liderança capacitadora
Não estamos falando de liderança “capaz”, mas “capacitadora”. Deixe-nos explicar no que consiste a diferença. “Liderança capaz” pode dar a entender que temos um líder capacitado em todas as áreas e uma grande visão. Este líder, porém, só precisa de colaboradores voluntários que o ajudem a colocar sua visão em prática.
Lideres capacitadores são aqueles que têm como tarefa principal ajudar, capacitar, motivar e acompanhar cada cristão, para que se torne aquilo que Deus desde o começo planejou para ele. Pode ser que alguns destes cristãos, no fim do processo, andem por um caminho totalmente diferente do líder. Um líder "capacitador" pode alegrar-se de coração com isto, porque sabe que Deus tem um chamado individual para cada cristão.
Líderes capacitadores não precisam ser "astros", na verdade o modelo de "super-herói" até pode atrapalhar o desenvolvimento natural e saudável da Igreja. Deus não criou ninguém para ser "pau pra toda obra", e, se alguém exerce este papel (ou é obrigado pela Igreja, que espera isto dele), este é um sinal inquestionável de que alguma coisa está errada. [Leia +]
Lideres capacitadores são aqueles que têm como tarefa principal ajudar, capacitar, motivar e acompanhar cada cristão, para que se torne aquilo que Deus desde o começo planejou para ele. Pode ser que alguns destes cristãos, no fim do processo, andem por um caminho totalmente diferente do líder. Um líder "capacitador" pode alegrar-se de coração com isto, porque sabe que Deus tem um chamado individual para cada cristão.
Líderes capacitadores não precisam ser "astros", na verdade o modelo de "super-herói" até pode atrapalhar o desenvolvimento natural e saudável da Igreja. Deus não criou ninguém para ser "pau pra toda obra", e, se alguém exerce este papel (ou é obrigado pela Igreja, que espera isto dele), este é um sinal inquestionável de que alguma coisa está errada. [Leia +]
2) Ministérios orientados pelos dons
Este princípio é expressão da convicção de que Deus determinou em seu plano quais cristãos devem assumir quais funções na Igreja. A tarefa da liderança da Igreja é ajudar os membros a descobrir os dons que Deus lhes deu e a encontrar um ministério que combine com estes dons. Um princípio simples, mas cuja aplicação tem conseqüências positivas grandiosas. Em resumo nós queremos apenas ter pessoas certas, nos ministérios certos pelos motivos certos.
Se você, como cristão, viver de acordo com seus dons espirituais, você não trabalhará mais na sua própria força; é o Espírito de Deus quem trabalhará em você. Assim você, como pessoa “comum” no mais verdadeiro sentido da palavra, poderá realizar coisas fora do comum. Outro grande benefício deste princípio é que quando você exercer suas tarefas baseado em seus dons, você certamente será mais feliz, eficiente e realizado.
Uma pessoa que executa uma tarefa que não corresponde aos seus dons assemelha-se a uma roda quadrada. E um cristão que não tem nenhuma função na Igreja, este talvez seja uma das rodas redondas, das quais tantas estão jogadas dentro da carroça, sem uso. E agora você mesmo talvez consiga imaginar o que, nas categorias desta ilustração, seria um cristão que vive de acordo com os seus dons espirituais! Não é de admirar que a aplicação deste princípio tenha efeitos tão extraordinários sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja. [Leia +]
Se você, como cristão, viver de acordo com seus dons espirituais, você não trabalhará mais na sua própria força; é o Espírito de Deus quem trabalhará em você. Assim você, como pessoa “comum” no mais verdadeiro sentido da palavra, poderá realizar coisas fora do comum. Outro grande benefício deste princípio é que quando você exercer suas tarefas baseado em seus dons, você certamente será mais feliz, eficiente e realizado.
Uma pessoa que executa uma tarefa que não corresponde aos seus dons assemelha-se a uma roda quadrada. E um cristão que não tem nenhuma função na Igreja, este talvez seja uma das rodas redondas, das quais tantas estão jogadas dentro da carroça, sem uso. E agora você mesmo talvez consiga imaginar o que, nas categorias desta ilustração, seria um cristão que vive de acordo com os seus dons espirituais! Não é de admirar que a aplicação deste princípio tenha efeitos tão extraordinários sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja. [Leia +]
1) Liderança capacitadora
2) Ministérios orientados pelos dons
3) Espiritualidade contagiante
4) Estruturas funcionais
5) Culto inspirador
6) Grupos de comunhão
7) Evangelização orientada para as necessidades
8) Relacionamentos marcados pelo amor fraternal
3) Espiritualidade contagiante
A partir deste princípio podemos afirmar que em uma Igreja que vive sua fé com dedicação, paixão e entusiasmo funciona praticamente qualquer método de trabalho, mas se ela estiver emperrada neste princípio, nada do que faça será bem sucedido. Tal princípio vai contra à idéia de se fazer as coisas apenas para “cumprir as obrigações”.
Este princípio está presente na experiência cristã apaixonada e inspiradora na vida dos cristãos. Não se trata apenas de quanto tempo se passa orando ou lendo as Escrituras, mas de quanto e em que intensidade se vive a vida cristã. Entendemos que além da boa doutrina, das reuniões de oração e do bom método de ensino das Escrituras, precisamos aprender a viver e a transmitir a outros a fé com entusiasmo contagiante. [Leia +]
4) Estruturas funcionais
Na questão das formas e estruturas da Igreja, o critério mais importante é se elas cumprem seu objetivo ou não. As estruturas da Igreja nunca poderão ser um fim em si mesmo, elas são apenas um meio para chegar a determinado fim.
Tudo o que não se enquadra neste critério (por exemplo, estruturas de liderança que impedem o amadurecimento dos membros da Igreja, horário de culto não apropriado, formas de programas descontextualizados) precisa ser mudado ou eliminado. Com este processo contínuo de renovação, evita-se em grande parte o tradicionalismo.
O tradicionalismo defende que as estruturas da Igreja devem ficar como foram até agora, como estou acostumado com elas. Não é de admirar que, de todas as “doenças” sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja, o tradicionalismo é uma das mais perigosas doenças contra o Corpo de Cristo. [Leia +]
Tudo o que não se enquadra neste critério (por exemplo, estruturas de liderança que impedem o amadurecimento dos membros da Igreja, horário de culto não apropriado, formas de programas descontextualizados) precisa ser mudado ou eliminado. Com este processo contínuo de renovação, evita-se em grande parte o tradicionalismo.
O tradicionalismo defende que as estruturas da Igreja devem ficar como foram até agora, como estou acostumado com elas. Não é de admirar que, de todas as “doenças” sobre o desenvolvimento saudável e natural da Igreja, o tradicionalismo é uma das mais perigosas doenças contra o Corpo de Cristo. [Leia +]
5) Culto inspirador
O objetivo principal de nossos cultos é adorar e louvar a Deus. Por isso nosso culto precisa ter padrões bíblicos, ser organizado, com uma linguagem sadia e inteligível para os visitantes. Todas as partes do culto, desde a recepção à despedida, devem ser realizadas buscando a excelência, visto que Deus merece o nosso melhor.
Buscamos um culto que seja uma experiência inspiradora para quem dele participa. A opinião geral dos participantes de nossos cultos é que ele – termo que muitos cristãos não gostam mais de usar – foi “gostoso”.
Não queremos participar do culto apenas para cumprir uma obrigação cristã. Queremos participar do mesmo porque é uma experiência gratificante, que não queremos perder de jeito nenhum. [Leia +]
Buscamos um culto que seja uma experiência inspiradora para quem dele participa. A opinião geral dos participantes de nossos cultos é que ele – termo que muitos cristãos não gostam mais de usar – foi “gostoso”.
Não queremos participar do culto apenas para cumprir uma obrigação cristã. Queremos participar do mesmo porque é uma experiência gratificante, que não queremos perder de jeito nenhum. [Leia +]
6) Grupos de comunhão
Ninguém fica na Igreja se não tiver amigos nela. A comunhão precisa ser vivida intensamente para que possamos ser Igreja. Nesse aspecto, os grupos de comunhão oferecem um espaço onde cada pessoa encontra atenção humana, ajuda prática e cuidado espiritual intensivo. Estes grupos estudam a Bíblia periodicamente, com aplicações práticas para o dia a dia do participante além de promover relacionamentos saudáveis.
O objetivo de nossos grupos é crescer e se multiplicar. Cada grupo deve ter no máximo 11 pessoas. Quando o grupo passa a contar com 12 pessoas ele se multiplica em dois.
Os grupos são criados por faixa etária ou por interesse em comum. Exemplos de grupos: Adultos solteiros, casais, homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças, profissionais, e outros. Os grupos também podem realizar interatividade entre eles em atividades especiais. [Leia +]
O objetivo de nossos grupos é crescer e se multiplicar. Cada grupo deve ter no máximo 11 pessoas. Quando o grupo passa a contar com 12 pessoas ele se multiplica em dois.
Os grupos são criados por faixa etária ou por interesse em comum. Exemplos de grupos: Adultos solteiros, casais, homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças, profissionais, e outros. Os grupos também podem realizar interatividade entre eles em atividades especiais. [Leia +]
7) Evangelização orientada para as necessidades
Sem esse princípio, a Igreja jamais poderia se desenvolver de forma saudável e natural e muito menos se multiplicar. Mas, como e a quem podemos e devemos evangelizar? Optamos por transmitir o evangelho de uma maneira que vai ao encontro das necessidades das pessoas que estão distantes da fé cristã. Deste modo a chave para o desenvolvimento saudável e natural da Igreja é direcionar nossas atividades evangelísticas para os questionamentos e dificuldades dos nossos amigos não cristãos.
Sabemos que nem todos os nossos membros receberam de Deus o dom de evangelista. Todavia, entendemos que é tarefa de cada cristão servir seus amigos não cristãos, com os quais ele tem um bom relacionamento, com o dom que Deus lhe deu e engajar-se para que essa pessoa entre em contato com a Igreja ou com o grupo que ele participa e assim ouça o evangelho. [Leia +]
OITO MARCAS DE QUALIDADE
Sabemos que nem todos os nossos membros receberam de Deus o dom de evangelista. Todavia, entendemos que é tarefa de cada cristão servir seus amigos não cristãos, com os quais ele tem um bom relacionamento, com o dom que Deus lhe deu e engajar-se para que essa pessoa entre em contato com a Igreja ou com o grupo que ele participa e assim ouça o evangelho. [Leia +]
OITO MARCAS DE QUALIDADE
8) Relacionamentos marcados pelo amor fraternal
Acreditamos que amar é uma arte que pode ser aprendida e isso tem muito a contribuir para o desenvolvimento saudável e natural da nossa Igreja. Para saber qual a intensidade em que se vive o amor em nossa Igreja utilizamos algumas perguntas: Quanto tempo nossos membros gastam com os demais cristãos fora das atividades da Igreja? Com que freqüência eles se convidam para uma refeição ou para um cafezinho? Quanto eles elogiam uns aos outros na Igreja? Em que medida os líderes conhecem as necessidades dos membros? Quanto se ri na Igreja? Sabemos que por trás dessas perguntas se escondem princípios fundamentais do desenvolvimento saudável e natural da Igreja.
Amor de verdade dá à Igreja um brilho, produzido por Deus, muito maior do que programas evangelísticos, pois nestes a ênfase recai exclusivamente sobre modos verbais de comunicação. As pessoas sem Deus não precisam de discursos sobre amor; elas querem experimentar o amor cristão na prática do dia a dia. [Leia +]
Amor de verdade dá à Igreja um brilho, produzido por Deus, muito maior do que programas evangelísticos, pois nestes a ênfase recai exclusivamente sobre modos verbais de comunicação. As pessoas sem Deus não precisam de discursos sobre amor; elas querem experimentar o amor cristão na prática do dia a dia. [Leia +]
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